domingo, 29 de março de 2015

POIROT: QUATRO CASOS CLÁSSICOS

TRADUÇÃO

 

POIROT: QUATRO CASOS CLÁSSICOS


POIROT: FOUR CLASSIC CASES
Agatha Christie
Tradução de Henrique Guerra (Tragédia em três atos); Petrucia Finkler (Cipreste triste); Rodrigo Breunig (Morte na praia e A Mansão Hollow)

Título: POIROT: QUATRO CASOS CLÁSSICOS
Título Original: POIROT: FOUR CLASSIC CASES
Catálogo: Outros Formatos
Gênero: Ficção estrangeira/Policial
Série: Agatha Christie
Cód.Barras: 9788525431790
ISBN-13: 978-85-254-3179-0
Formato: 16x23
Páginas: 744
1° Edição: novembro de 2014
 
Os anos 30 e 40 foram tempos perigosos e violentos. Às vésperas, durante ou logo depois da Segunda Guerra Mundial, aonde quer que fosse, Hercule Poirot – o célebre detetive belga – era levado a investigar os mais traiçoeiros casos de assassinato... para a delícia dos leitores de Agatha Christie. 
Este volume reúne quatro dos mais instigantes e famosos casos de Poirot, emblemáticos da era dourada das histórias de detetive durante a qual Christie se consolidou como a maior autora de romances policiais de todos os tempos. 
Agatha Christie (1890-1976) recebeu o título de Rainha do Crime graças às suas histórias policiais e livros de suspense altamente imaginativos, escritos entre as décadas de 20 e 70. Autora de dezenas de romances, contos e peças de teatro, criou mistérios protagonizados por personagens variados, como a simpática Miss Marple e, sobretudo, por Hercule Poirot. Excêntrico, vaidoso e de uma perspicácia sem igual, o detetive particular conquistou legiões de leitores no mundo inteiro, ganhou status de lenda e se tornou o personagem mais presente na obra de Christie, figurando em 33 romances e 54 contos, incluindo alguns dos títulos de maior destaque da bibliografia da autora. Levado a desvendar crimes nos quatro cantos do mundo, com seus métodos incomuns e muitas vezes surpreendentes, ele sempre supera seus colegas da polícia local. Esta coleção reúne em volumes temáticos os romances do incontornável pequeno grande belga. 
Tragédia em três atos (1935) Um jantar entre amigos é perturbado pela morte súbita de um dos convivas, aparentemente de causas naturais. Mas tudo toma um novo rumo quando uma segunda morte acontece.

Cipreste triste (1940) Uma velha senhora falece após uma longa doença sem deixar testamento, e segredos de família levarão Poirot a seu primeiro romance de tribunal.

Morte na praia (1941) Uma bela e provocante mulher é estrangulada nas areias de uma pequena praia. Poirot, de férias, perscruta todos os hóspedes do luxuoso hotel e descobre que vários teriam razões para ser o assassino.

A Mansão Hollow (1946) Um reputado médico é baleado em plena luz do dia na propriedade de amigos onde fora passar o final de semana. Todas as evidências apontam para sua simplória mulher, mas nem sempre as coisas são como parecem. 
 Comentário: Cada uma das onze traduções que fiz da obra de Agatha Christie me proporcionou momentos inesquecíveis de pesquisa e deleite imaginativo. Este trabalho em particular exigiu tomadas de decisão relativamente ousadas, como a que envolvia adaptar um nome próprio ou ser obrigado a perder o trocadilho do original. E outro desafio tinha a ver com o simples fato de que a tradução anterior era assinada por ninguém menos que a consagrada Barbara Heliodora. Procurei apresentar uma tradução moderna, que acrescentasse em relação à "canônica" e injetasse sangue novo na sempre oxigenada obra de Agatha. Cada decisão tradutória de Tragédia em três atos da L&PM foi tomada levando em conta um conjunto de teorias e técnicas, que aprendi com mestres da tradução literária como Beatriz Viégas-Faria e Elvio Funck, mas também outro ingrediente essencial da arte tradutória: a imaginação.
 

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